Quase 90% dos norte-americanos conhecem o Twitter

Um estudo realizado recentemente pela Edison Research nos EUA mostra que quase 90% dos norte-americanos já ouviram falar do Twitter, apesar de apenas 7% da população usarem de fato o serviço. De acordo com os dados, 87% dos habitantes do país atualmente conhecem o Twitter – número 5% superior ao registrado em 2008.


A pesquisa comprovou que os usuários do microblog estão mais propensos a atualizar e acessar o Twitter via dispositivos móveis do que outras redes sociais. Um em cada cinco usuários do Twitter, segundo o estudo, atualiza seu micrblog via aparelhos móveis várias vezes por dia, sendo que um em cada três o faz pelo menos uma vez por dia.


A pesquisa indica também que usuários do Twitter estão mais propensos a viver em famílias de maior renda, e que quatro em cada 10 usuários do Twitter (39%) têm três ou mais computadores.

O estudo foi realizado em fevereiro deste ano, ouviu 1.753 pessoas acima de 12 anos.


Do G1

Google e Microsoft se unem para mudar regras de privacidade on-line nos EUA

Os grandes provedores de serviços on-line Google, Microsoft e a AT&T se uniram a grupos de direitos humanos na internet para formar o grupo Digital Due Process, a fim de apresentar propostas para o Congresso dos EUA para “modernizar” as leis de privacidade.

A notícia é da revista Wired, que divulgou na terça-feira (30). Segundo o grupo, a ideia é que, para que pessoas que tenham a privacidade de documentos garantida na internet (em redes sociais, por exemplo), é preciso proteção de documentos das empresas ao acesso fácil de policiais e outras autoridades governamentais.

O “The New York Times” informa que, na prática, autoridades policiais ou outros representantes do governo teriam que obter um mandato de busca antes que pudesse obter e-mail, fotos ou outros documentos eletrônicos armazenados em um serviço como o Gmail, Flickr ou Facebook de uma pessoa.

Atualmente, grande parte da informação que é acessível por meio de uma intimação pode ser emitida sem um mandato judicial.

De acordo com o grupo, os novos princípios não afetariam o acesso à informação digital privada para fins de segurança nacional. Isso também não seria usado para fins comerciais, como marketing dirigido – fonte crescente de preocupação entre os usuários.

Kevin Bankston, advogado da ONG Electronic Frontier Foundation, disse que os membros do grupo têm desacordo sobre várias questões. No entanto, ele afirma que "todos nós podemos concordar que essa área do direito precisa ser atualizada, para refletir as mudanças na tecnologia."

Da Folha Online

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